A Lei 14.300 em Minas Gerais tem recebido impacto diretamente na geração distribuída de energia no estado mineiro. Esse marco legal estabelece regras claras para a compensação de energia elétrica, afetando desde os consumidores que optam por sistemas fotovoltaicos até as distribuidoras de energia como a CEMIG.
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Através dessa lei, o governo visa incentivar a energia limpa, com um foco específico em sistemas on grid.
Sou Miguel Lino especialista em energia solar, com certificado pelo IBRAP em sistemas ambientais desde 2019, compartilho com você as últimas atualizações sobre a Lei 14.300 e o impacto desta na energia solar em Minas Gerais.
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Vamos entender como a Lei 14.300 afeta a geração distribuída, os incentivos fiscais e as normas de compensação de energia elétrica.
📢 Além do impacto da Lei 14.300 em Minas Gerais, esclareceremos uma polêmica recente sobre vídeos que espalham desinformação, como “está proibido gerar energia solar” e “energia solar só pode ser usada à noite”. Essas afirmações causaram dúvidas entre consumidores e aqui vamos desmistificar os equívocos, explicando a realidade do setor para que você.
Como a Lei 14.300 em Minas Gerais afeta a geração distribuída?

A Lei 14.300/2022, sancionada em 2022, estabelece um novo marco regulatório para o setor de geração distribuída de energia no Brasil, com destaque para os sistemas fotovoltaicos. Entre seus principais objetivos, a lei visa:
- Promover a sustentabilidade ao incentivar o uso de energia renovável;
- Facilitar a implantação de sistemas solares em residências, comércios e indústrias;
- Ajustar o modelo de compensação de energia elétrica, proporcionando benefícios para quem gera e consome energia ao mesmo tempo.
No contexto de Minas Gerais, a lei se alinha com as políticas públicas de energia renovável, que buscam aumentar a capacidade de geração distribuída e reduzir a dependência de fontes não renováveis.
A Lei 14.300 também introduz mecanismos para fomentar o mercado de energia solar, além de estabelecer regras mais claras para a compensação de créditos de energia gerados pelos consumidores.
O que é geração distribuída e como a lei regula essa prática
A geração distribuída refere-se à produção de energia elétrica por meio de sistemas de microgeração e minigeração em propriedades individuais, como casas, empresas e fazendas.
Os sistemas fotovoltaicos são os mais comuns nesse modelo, onde a energia gerada é consumida localmente, com o excedente enviado para a rede elétrica.
Com o Marco Legal Solar, as regras para compensação de energia foram ajustadas. Os consumidores que geram energia solar podem trocar o excedente de energia com as distribuidoras de energia, como a CEMIG, e receber créditos energéticos que podem ser usados para abater o valor das contas de luz.
A lei detalha o processo de homologação dos sistemas solares, os requisitos técnicos e de segurança para a instalação, e os procedimentos de conexão à rede elétrica.
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Como a CEMIG aplica a Lei 14.300 de 2022 no estado de Minas Gerais?

A CEMIG, como distribuidora de energia em Minas Gerais, tem papel central na implementação da Lei 14.300 no estado.
A empresa já se adapta a novas regras e oferece aos consumidores que aderem à energia solar fotovoltaica um sistema de compensação de créditos mais eficiente.
Uma das grandes mudanças trazidas pela lei envolve a tarifação de quem gera e consome energia.
A CEMIG deve aplicar uma tarifa de uso do sistema de distribuição (TUSD), que é o valor cobrado pelo uso das infraestruturas de rede elétrica para o transporte de energia.
A partir da lei, essa tarifa será ajustada, levando em consideração a quantidade de energia que os consumidores geram e consomem da rede elétrica.
Outra mudança importante é a revisão das tarifas de compensação de energia solar.
O governo e a CEMIG visam otimizar os incentivos e garantir que o consumidor que investe em sistemas fotovoltaicos obtenha um retorno financeiro justo, ao mesmo tempo em que contribui para a sustentabilidade da rede elétrica.
O papel da CEMIG na compensação de energia solar e distribuição de créditos
A CEMIG tem a responsabilidade de gerenciar os créditos de energia solar gerados pelos consumidores.
Após a instalação de um sistema fotovoltaico, o excedente de energia é injetado na rede elétrica, e os créditos energéticos gerados podem ser utilizados para compensar o consumo de energia elétrica no futuro.
A Lei 14.300 estabeleceu regras claras sobre como esses créditos devem ser calculados e administrados. A CEMIG deve monitorar a quantidade de energia injetada na rede e a compensação de energia de acordo com a legislação vigente.
Esse processo é fundamental para que os consumidores possam se beneficiar dos incentivos fiscais e das reduções nas contas de energia.
Além disso, a CEMIG é responsável pela homologação dos projetos solares, ou seja, todo o processo de verificação da instalação do sistema fotovoltaico.
Para garantir que o sistema esteja de acordo com as normas técnicas e de segurança, a CEMIG realiza inspeções e validações dos sistemas fotovoltaicos registrados.
Desinformação na Energia Solar: A Verdade Sobre a Inversão de Fluxo e a Geração Distribuída
Recentemente, um vídeo viral afirmou que “está proibido gerar energia solar” e que “energia solar só pode ser usada à noite”, gerando confusão entre consumidores interessados em investir no setor. Essas alegações, porém, não são de toda verdadeira.
O ponto central da discussão é a inversão de fluxo de potência, que ocorre quando a energia gerada pelos sistemas solares é injetada na rede elétrica. Desde 2022, algumas distribuidoras passaram a limitar essa injeção em determinadas regiões, alegando sobrecarga na infraestrutura elétrica local.
Embora existam restrições pontuais, a geração própria de energia continua permitida. Quem já possui um sistema instalado não será afetado. Mas para os novos consumidores podem continuar investindo em energia solar, desde que considerem algumas adaptações.
Por Que Minas Gerais é um Polo de Energia Solar?
Minas Gerais se tornou um dos maiores polos de geração distribuída no Brasil, graças à isenção de diversos impostos e incentivos do governo estadual.
Isso atraiu não apenas consumidores residenciais, mas também grandes investidores, que criaram usinas solares para obtenção de retornos financeiros superiores a aplicações convencionais.
Com esse crescimento acelerado, algumas áreas passaram a enfrentar um gargalo na rede elétrica, pois a geração solar local superava a capacidade de absorção da distribuidora, resultando no fenômeno da inversão de fluxo.
No entanto, ao invés de investir na modernização da infraestrutura, algumas distribuidoras começaram a restringir a conexão de novos sistemas solares.
Isso gerou questionamentos, especialmente porque a própria CEMIG, através da CEMIG SIM, tem investido em usinas solares para comercialização de energia, enquanto impõe restrições a consumidores e investidores privados.
A Intervenção da ANEEL e a Regulamentação da Conexão Rápida
Diante das recusas sistemáticas das distribuidoras para a conexão de novos sistemas solares, a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) interveio, atendendo a pedidos do setor fotovoltaico.
O resultado foi a Resolução Normativa 1.098/2024, que criou regras para facilitar a conexão de sistemas, incluindo a modalidade Fast Track.
Essa regulamentação define situações em que a inversão de fluxo não pode ser um impedimento, permitindo a conexão mais ágil de sistemas fotovoltaicos:
✅ Dispensa da Análise de Inversão de Fluxo: Aplicável a sistemas Grid Zero, que não injetam energia na rede, e para sistemas cuja geração solar é compatível com o consumo simultâneo.
✅ Fast Track para Sistemas de Até 7,5 kW: Facilitação para consumidores residenciais e comerciais, permitindo a conexão rápida de sistemas destinados exclusivamente ao auto consumo local. Assim seja, há limitação de geração própria e sem possibilidade de rateio de energia nesta opção apontada pela ANEEL.
Mesmo com algumas limitações, ainda é viável investir em energia solar. Para quem deseja evitar possíveis restrições, uma solução eficaz é optar por sistemas híbridos com baterias, que permitem maior independência energética e reduzem a necessidade de injetar energia na rede elétrica.
Informação Confiável e Escolha Segura
Diante de tanta desinformação, tomar decisões baseadas em conteúdo sensacionalista pode levar a escolhas erradas.
Antes de desistir do seu projeto solar, busque fontes confiáveis e como a Solar dos Pomares para avaliar a viabilidade do seu sistema.
Se houver alguma restrição na sua região, existem alternativas viáveis para contornar o problema, como:
🔹 Sistemas Grid Zero – Evitam a injeção de energia na rede e garantem autonomia energética.
🔹 Sistemas Híbridos com Baterias – Permitem armazenar energia para uso posterior, reduzindo a dependência da distribuidora.
🔹 Modalidade Fast Track da REN 1.098/2024 – Simplifica a conexão de sistemas menores sem análise de inversão de fluxo.
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Desafios no uso da Lei 14.300 pela CEMIG
A Lei Solar trouxe importantes avanços para o setor de energia solar fotovoltaica, mas também gerou desafios que ainda estão sendo superados, tanto para os consumidores quanto para as distribuidoras, como a CEMIG.
Esses desafios envolvem desde a regulamentação técnica até questões relacionadas à compensação de energia elétrica e à integração de sistemas solares à rede.
Neste tópico, abordaremos algumas das dificuldades encontradas no processo de adaptação da lei, destacando os pontos que afetam diretamente os consumidores de energia solar em Minas Gerais.
1. Dificuldades com a Homologação e Aprovação de Projetos
O processo de homologação é um dos maiores obstáculos enfrentados pelos consumidores ao adotarem sistemas fotovoltaicos em Minas Gerais.
Apesar do Fast Track da CEMIG ser uma tentativa de agilizar a conexão de sistemas, a complexidade técnica e a documentação exigida para garantir a conformidade com as normas estabelecidas pela Lei 14.300 continuam a ser um ponto de frustração.
Fontes de dificuldades:
- Burocracia e demora na análise: A verificação técnica do projeto, que deve incluir a adequação à rede elétrica e a conformidade com as normas de segurança, pode resultar em longos períodos de espera. Em muitos casos, os consumidores se veem obrigados a aguardar mais do que o esperado para obter a homologação.
- Exigências de documentos: A necessidade de documentação detalhada, incluindo projetos técnicos e garantias de segurança, pode ser um obstáculo para consumidores que não possuem conhecimentos avançados na área, tornando o processo confuso e demorando mais do que o esperado.
2. Desafios com a Compensação de Energia e Inversão de Fluxo
A inversão de fluxo e a compensação de energia também são pontos de frustração para os consumidores.
Embora a Lei 14.300 permita que o excedente de energia gerado pelos sistemas fotovoltaicos seja injetado na rede elétrica, o processo de gestão de créditos e as tarifas de uso da rede (TUSD) impõem desafios.
Fontes de dificuldades:
- Desbalanceamento na rede: O excedente gerado pode causar desbalanceamento na rede elétrica, caso a CEMIG não gerencie adequadamente a quantidade de energia injetada e consumida.
- Tarifação excessiva: A cobrança da infraestrutura de rede (TUSD), mesmo quando o consumidor gera mais energia do que consome, reduz o retorno financeiro do sistema fotovoltaico.
- Falta de transparência: Muitos consumidores enfrentam dificuldades para entender como seus créditos energéticos são gerenciados e aplicados, especialmente em períodos de baixa geração solar.
3. Desafios com a Adaptação de Sistemas Híbridos e Grid Zero
Os sistemas híbridos e Grid Zero, que combinam armazenamento de energia com energia solar fotovoltaica, têm ganhado popularidade, mas a regulamentação sobre esses sistemas ainda apresenta lacunas que prejudicam sua adoção em Minas Gerais.
Fontes de dificuldades:
- Falta de regulamentação clara: A Lei 14.300 não define como compensar a energia armazenada, gerando incertezas para consumidores e dificultando a gestão por parte da CEMIG.
- Custos elevados: A instalação e manutenção de sistemas híbridos ou Grid Zero são caras, e o processo de homologação pode ser mais complexo, o que desmotiva consumidores em busca de autonomia energética.
- Viabilidade econômica comprometida: A cobrança da tarifa de uso da rede (TUSD), mesmo para sistemas Grid Zero, prejudica a viabilidade financeira desses sistemas, pois a CEMIG cobra pela infraestrutura não utilizada.
4. Processos Burocráticos e Lentidão na Implementação
Embora a Lei 14.300 tenha a intenção de facilitar a implantação de sistemas solares, o processo de homologação, conexão e compensação de energia ainda é burocrático e moroso.
Fontes de dificuldades:
- Demora na análise de projetos: O processo de homologação envolve múltiplos passos e a análise de documentação técnica, o que pode gerar longas esperas e atrasos na conexão dos sistemas à rede elétrica. Isso pode ser frustrante para consumidores que desejam instalar seu sistema rapidamente e começar a usufruir dos benefícios.
- Complexidade regulatória: A aplicação das novas regras da Lei 14.300 por parte da CEMIG tem se mostrado complexa, especialmente em relação à compensação de créditos de energia. A falta de uniformidade nas interpretações e procedimentos cria um cenário de incertezas, levando a frustrações por parte dos consumidores que não compreendem exatamente como o processo funcionará em sua situação específica.
5. Impacto da Falta de Comunicação e Suporte ao Consumidor
A falta de informação clara e suporte efetivo por parte da CEMIG também é uma questão relevante.
Muitos consumidores se sentem desamparados durante o processo de instalação e homologação, com pouca orientação sobre como preencher documentos e quais os próximos passos.
Fontes de dificuldades:
Falta de suporte dedicado: Para muitos consumidores, a experiência de conectar um sistema fotovoltaico à rede elétrica não é simples. A CEMIG pode ser vista como distante ou lenta no atendimento ao cliente, dificultando a resolução de problemas técnicos ou administrativos.
Dificuldade em acessar informações claras: Mesmo com o Fast Track, os consumidores frequentemente relatam dificuldade em acessar informações claras sobre os requisitos técnicos e os procedimentos para homologação.
Ainda é possível aplicar a Lei 14.300 em Minas Gerais?
Apesar dos desafios que ainda marcam a implementação da Lei 14.300 em Minas Gerais, a legislação continua sendo uma excelente oportunidade para quem deseja investir em energia solar no estado.
Embora o processo de homologação, conexão e compensação de energia enfrente obstáculos, como a burocracia e a complexidade regulatória, a Lei 14.300 oferece um caminho promissor para o avanço da energia renovável e da geração distribuída.
Na Solar dos Pomares, desde 2019, temos acompanhado de perto essas nuances e oferecemos um suporte especializado para que você possa navegar por todo o processo de maneira eficiente e sem frustrações.
Se você está preocupado com as dificuldades da implementação ou tem dúvidas sobre como a lei afeta sua instalação solar, entre em contato conosco. Podemos ajudá-lo a encontrar a melhor solução, levando em consideração o seu caso específico.
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FAQ: Perguntas Frequentes
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Por que a CEMIG não está liberando energia solar?
A CEMIG tem enfrentado desafios na homologação de novos sistemas solares devido a restrições na rede elétrica e à necessidade de adequação às normas da Lei 14.300. A alta demanda e o fenômeno da inversão de fluxo também influenciam na demora das liberações.
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Quem tem energia solar pode ficar sem energia?
Sim, sistemas on-grid dependem da rede elétrica, então, em caso de falta de energia na rede da CEMIG, o sistema também para de funcionar. Para evitar isso, é possível investir em um sistema híbrido com baterias para garantir fornecimento contínuo.
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Qual o valor do fio-B da CEMIG?
O fio-B é uma tarifa aplicada ao uso da infraestrutura da rede elétrica. O valor varia conforme a categoria do consumidor e pode ser consultado na tabela tarifária da CEMIG, sendo um dos custos que impactam quem utiliza energia solar.
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O que mudou na energia solar com a Lei 14.300?
Os consumidores que aderiram à geração distribuída após 7 de janeiro de 2023 passaram a pagar a tarifa de uso da rede (TUSD Fio-B) de forma escalonada. Até 2029, essa cobrança aumentará progressivamente, reduzindo o retorno financeiro da energia solar.
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Quem tem placa solar tem que pagar imposto?
Não há imposto direto sobre a geração de energia solar em sistemas próprios, mas há a incidência da TUSD Fio-B, que funciona como uma taxa pelo uso da rede de distribuição para quem investiu após 2023. Além disso, em alguns estados, há cobrança de ICMS sobre a energia compensada.
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Vale a pena investir em energia solar em 2025?
Apesar das mudanças na tarifação, a energia solar continua sendo um investimento vantajoso, pois reduz significativamente a conta de luz e protege contra aumentos tarifários. Além disso, os incentivos estaduais e o avanço das tecnologias tornam o investimento atrativo.
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O que é inversão de fluxo na CEMIG?
A inversão de fluxo ocorre quando o sistema solar gera mais energia do que o consumo local e injeta o excedente na rede. Em algumas regiões, a CEMIG pode limitar essa injeção devido a restrições na infraestrutura elétrica.
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Quem tem energia solar paga taxa de iluminação pública?
Sim, a taxa de iluminação pública é cobrada independentemente do uso de energia solar, pois se trata de um tributo municipal destinado à manutenção da iluminação das vias públicas.
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O que diz a Lei 14.300 sobre energia solar?
A Lei 14.300 estabelece o marco regulatório da geração distribuída no Brasil, definindo regras para compensação de créditos, cobrança da TUSD Fio-B para quem investir após 2023 e garantindo a continuidade dos incentivos para consumidores que aderiram à energia solar antes de 2023.
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Bom dia.
Tenho recebido vídeos mencionando o fato de que a CEMIG estaria aproveitando uma brecha na lei e inviabilizando a geração de energia solar, como por exemplo permitindo a geração da energia somente após as 19:00 h.
Gostaria de saber se há algum fundo de verdade nisso.
Minha preocupação é em função de ter uma geração doméstica desde janeiro de 2022.
Muito obrigado
Olá Gerson, Infelizmente há esta situação para solicitações de novas conexões o que esta dificultando para novos investidores, para quem já possui solar não tem mudanças. Seu direito
adquirido se mantém. Porém existe ainda opções de conexão a rede com limitações baseado na Regulação que Aneel estipulou baseado na REN 1049. Modalidade Fast Track.